quarta-feira, 29 de junho de 2011

Epílogo


O golpe da ilusão
É apenas um ponto nulo
Tão turvo para as minhas palavras
Que já me esqueci.

Mais prefiro o eterno silêncio
Do que ásperas mentiras.

Resenha no trem



Eu gosto mesmo é de ver as luzes da cidade
Assim, quando cai a noite.
Elas me encantam por brilhar com intensidade
Brilha mais que as pessoas,
Se que um dia elas brilharam.
Eu não vejo a realidade
Apenas sinto as palavras dizendo adeus
Dentre meus lábios e o papel
Há algo ou alguém que me impede de compreender.

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Imaginação



Deveras eu te amo
Não pela metade
Aqui em outro plano
Maior na eternidade

Deveras eu te amo
E sempre morro de saudade
E o teu céu é meu oceano
Mais intenso e lunar
Deveras eu te amo
Pela luz do teu olhar
E quando cheio de amor
Eu cair a te amar
Deveras saberás o quanto é grande
Um amor que não se pode imaginar.

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Versinho da saudade





Se um dia for embora
Leve contigo meu desassossego
Meu leve sono, meu desejo.
Na essência do meu ser
Está apenas tua imagem,
Refletida nas águas
Da minha eterna saudade.