quinta-feira, 10 de setembro de 2015
Incógnita
Ela é forte e límpida
Nada poderia mais valer
Que a força revivida dentro de meu ser
Mas sou frágil aos teus olhos
Nem os fortes podem ver
Que a dor que te impulsiona
É a que te faz crescer
E da vitória em silêncio muitos julgam não a ter
Mas apenas em momentos
Julgam merecer
Essa força que eu tinha e era minha
Como pude não saber?
Mesmo ainda pequenina
Já podia até prever
Que sopa de letrinhas ia me render
Muitas histórias coloridas
Que só eu posso ver.
Canção Suicida
E a tristeza é sempre assim
É um bálsamo de canções
Que saem de mim
Canto de pássaro que não pode voar
Tarde de outono fria de frente pro mar
E se toda essa imensidão me coubesse no peito
Talvez eu menos triste me faria por dentro
Nem se quer pensaria na morte
Não veria nos mudos e inertes, vitimas de sorte
Não permitiria uma lágrima se quer
Das canções mais tristes te fazem mulher
E das memórias nada iria sobrar
Não pensaria em mais nada, ao joga - las ao mar.
Assinar:
Comentários (Atom)

