segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Aos ares!



Eu espero de todo esmero de chegar aqui
Nunca mais jogar pro alto
E num sobre salto deixar me decepcionar comigo mesma outra vez
Por que eu te olho assim
Sempre tão perfeito
E até mesmo em um erro
Eu te verei tão certo.

Doravante não darei mais ouvido ao medo
Aquele de perder, ou vencer.
De lutar ou morrer, tentarei ao menos sobreviver a isso tudo
E não jogar mais nada pro alto!

...

"As coisas podem parecer mais simples
Quando começamos a amar."

"De toda desgraça e escuridão, nasce a sombra e penumbra
De um novo poeta."

J.S

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Aminésia

Há muito tempo tudo se apagou da minha mente
Não lembro mais de pessoas amadas
Nem um resquício de infância

Há muito tempo o próprio tempo cedeu para mim
Como uma nuvem densa
Tão profunda e imensa
Que mergulhei dentro de mim
Pronta a me auto esquecer.


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Poesia póstuma para uma amada

Quando você se for
Não leve todo amor nos teus olhos
Deixe algo para não tornar fatal
O vazio no meu peito

Quando você se for
Não expulse o seu perfume
Do nosso travesseiro

Pois nesse amor
Sempre vou ter o bálsamo
Para os teus olhos
O embalo de dois corpos
Eternamente se amando
Por isso não se inquiete tanto
Pequena fênix de luz
Tudo se encontra e se perde
Na força que me conduz
Então
Quando você se for
Não se esqueça por um segundo se quer
Todo o filme do nosso amor
E se a solidão bater
E eu não mais poder
Na escuridão também me vou.

Escrito

Percebo que seus olhos
Há muito tempo me seguem
Carregando toda a calma
Que ainda te protege.

Hoje já não tenho mais certeza
De amar, ou odiar qualquer coisa
E por ser tão inconstante
Te vejo partindo...

E sei que no fundo
Não é isso que você gostaria de ouvir
E sei que no fundo
Não será mais nós dois
Mais mesmo sendo fácil de ver
Eu insisto em um destino
Escrito por mim
Onde tudo se transmuta
Entre o nosso amor.