
No mesmo silêncio em que me guardei
Durante tanto tempo rostos tortos
Em meio à multidão não há ninguém
Calor entre dois corpos!
E não há ninguém que possa nos ouvir agora
E não há ninguém!
Restos daquilo que existia entre você
E eu trancados pelo lado de fora.
No mesmo silêncio
Morrem tantos agora.
E ai de mim que comi palavras
Aquelas que hoje já não existem mais
Nem pensam em sair da sua boca.
Mortos os gestos
Pálidos os olhos
Triste petrificação dos corações quebrados.
Guardados ou perdidos.
Triste e eternamente calados.
Frios como a noite
De vagar fecha a porta.
No mesmo silêncio em que me guardei.
Tudo o que hoje já não existe mais.
Durante tanto tempo rostos tortos
Em meio à multidão não há ninguém
Calor entre dois corpos!
E não há ninguém que possa nos ouvir agora
E não há ninguém!
Restos daquilo que existia entre você
E eu trancados pelo lado de fora.
No mesmo silêncio
Morrem tantos agora.
E ai de mim que comi palavras
Aquelas que hoje já não existem mais
Nem pensam em sair da sua boca.
Mortos os gestos
Pálidos os olhos
Triste petrificação dos corações quebrados.
Guardados ou perdidos.
Triste e eternamente calados.
Frios como a noite
De vagar fecha a porta.
No mesmo silêncio em que me guardei.
Tudo o que hoje já não existe mais.
Pra você Juh meu anjo, peço desculpas pelos nossos desencontros
e pelos milhões de abraços que tô te devendo !
Nenhum comentário:
Postar um comentário