segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Musas



Pobre onda
Que só dorme ao teu som
Não seca nem uma lágrima
Ou se perde no chão.
O perdão da unica alma
Ampla e intacta à multidão.

Talvez eu deva a você essas palavras perdidas
Talvez esteja com tigo todas as minhas rimas
Talvez a melodia esteja contida
Nas ultimas estrofes da despedida
E eu não vou mais te dizer
Que hoje tanto faz
Sorrir, ou chorar
Talvez o ato verdadeiro do "amar"
Você tenha levado no teu olhar.

(Ai, e que brando são seus olhos
Que me embalam na valsa da noite contida
E que choram eternamente todas as musas
Nos versos de despedida).

Para o meu querido Flautista

Um comentário:

  1. Por onde andará seu pensamento
    Numa hora dessas em que o vento
    Canta sobre seus cabelos
    Faz te sorrir e então

    Onde estará o chão
    Me deram asas
    Arrancaram meus pés
    E comecei a voar

    Ouve só a harmonia da melodia
    A dança macia da flor sobre o campo
    A brisa sopra e nós planamos
    Então dividimos o vento com as abelhas

    Doces flores,
    Belas formas,
    Lindas cores,
    Rico tesouro!

    Fecho os olhos
    Penso em dizer tchau
    Mas tudo que vem é:
    Olá de novo!
    !E digo olá de novo¡

    (Para a minha estimada guitarrista)

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