
O ar, o trem, a vida
Além, estamos tão distantes.
Do tanto que fiquei a espera
Nesse caos eterno
A apatia das flores
Que cairão ao chão
Me faço eterno desde então.
Mais um sim
Dentro de um não.
Não deixe parar a aflição.
Não deixe parar
a lágrima, o riso, a agonia e o frio intenso
Não deixe cair no firmamento
O anjo que te mantém.
Não deixe parar o tempo
E tudo que vem.
Nenhum comentário:
Postar um comentário