sexta-feira, 27 de abril de 2012
Resposta do poeta a carta
Te garanto que transmuto
Entre os fins e o itinerário
Se fosse tão parvo assim
Seria mais vulneravél parecer -se comigo
E vagar pelo universo
Sou poeta triste, feliz, livre e paralelo de mim
Minha amiga morte
Disse que ao nascer tenho sorte
Por estar abaixo do sol
E com a mente na lua
E tu que é amarelo
Ouve rezas pagãs e diz amém
Tu que escreves de mim
Sem se dizer quem te ensina a viver
Se não for a vida
Não irá sofrer,
Muito menos aprender
como aprendi.
Querendo bater de frente
Comigo pobre coitado!
Não sei amar
Mas ainda te observo
Indignado com tanta
Monotonia que já perdi a rima do verso.
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