sexta-feira, 5 de outubro de 2012
Noite
Voa por tão longe
Mas não voa em vão
Borboleta da noite
Cortando a escuridão
E quando nascer o sol
Te verei na minha janela
E quando morrer a tarde
Não haverá mais bela
Toda tristeza do mundo
Morando em um só coração
Pra que voar pela noite
Se conhece mais que a solidão
Chora, em berço constante
Mas não chora em vão.
Se houvesse mais palavras
Deixaria a perfeição
Seria apenas um outro alguém
Algo mais que sem razão
Deixa um perfume de dor
E toma estrelas por compaixão
Mais não chores borboleta
Não chores, não...
Assinar:
Postar comentários (Atom)

Nenhum comentário:
Postar um comentário