quinta-feira, 28 de março de 2013
Nem sempre entender
Ela me dizia sorrindo
Que sempre tinha noites quentes e manhãs frias
Que voava só quando queria
Mais nem sabia ao certo sorrir até o fim
Assim entravam borboletas na barriga
Assim se via o sol se pôr
Assim como cada tarde que partia
E todos viam que a noite chegou
Ela queria entender
Sem precisar chorar ou sofrer
Todos esses segredos parvos de amor
Parvos mais dolosos de mistério
Que nem mesmo a dor sossega
E nenhum coração se nega a entender
E na noite os que choram agora
São os que desistiram disso tudo
Apenas para sentir.
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