sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014

Jardim


Vou contar sorrisos de estranhos
E desperdiçar estrelas
Por mais longe que posso vê - las
Também não as deixo partir

E ai de mim que estranho a mim mesma
Em cada meio, e começo sem fim
Sou estranhamente intima de mim
Jogo cartas no mar
No tempo de dizer que sim
Sou nuvem, menina a sonhar
E para sempre vai brilhar
Vagalumes dentro de mim
Eternos laços de cetim
Sorrisos estranhos confundindo mil estrelas
Oscilando brilho, com flores no meu invisivél jardim.

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