terça-feira, 2 de dezembro de 2014

Aptidão


Pela janela sempre brilhando
Não sei por onde irei passar
E silenciosa a noite vai guiar
Meu coração de nuvem
Sem ter chão ou teto para pintar
Um céu azul da cor do inverno
E o tornar eterno ...

Quantas vezes de olhos fechados caminhei
Em direção a tempestade
E tudo o que se exigia de mim era resiliência
Pura ambiguidade viver em fraqueza
Lutar em função e no fim
Perder - se em nuvem de coração.

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